Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia, atriz. Em 2018 estreia na série “Assédio” (Rede Globo), “África da Sorte” (TV Brasil), “Onde quer que você esteja” (longa), “Flores do Cárcere” (longa), “15 segundos” (longa), “Causa Mortis” (curta). Formada na Faculdade de Comunicação Social; curso técnico profissionalizante de Teatro (SP); curso superior na University of the West Indies (Trinidad & Tobago). 6 séries de TV (“Sob Pressão”/ Rede Globo; “A Mulher do Prefeito”/ Rede Globo); em cinema, 7 longas (“As Melhores Coisas do Mundo”/ Laís Bodanzky; “Bruna Surfistinha”); 10 curtas; 9 espetáculos teatrais; 10 campanhas (como apresentadora); 15 comerciais (publicidade, institucionais) e 8 videoclipes. Inglês fluente, francês avançado. Também diretora, roteirista e montadora de 5 curtas: “Aqui Jaz” (prêmio ‘melhor atriz de curta’ p/ Brenda Ligia no CinePE 2017), “Rabutaia”, entre outros. Contato: brenda.ligia@hotmail.com

25 de novembro de 2016

"Tchau, Querida!"

Wagner Moura, Fábio Assunção e Brenda Ligia durante ensaio
Tentando agir com naturalidade enquanto sou dirigida pelo genial Wagner Moura, na leitura dramática do espetáculo inédito "Tchau, querida!", da sempre brilhante prima escritora, roteirista, e dramaturga Ana Maria Gonçalves. Como se não bastasse, o generoso Fabio Assunção é um dos meus parceiros de cena. 

Evento imperdível e gratuito da Balada Literária 2016 (dá-lhe, Marcelino Freire!): é só neste sábado, 26 de novembro, às 15h, no Auditório Ibirapuera - Oscar Niemeyer, em São Paulo. Os ingressos devem ser retirados no local com uma hora de antecedência (limite de dois ingressos por pessoa). Cheguem cedo, pois no auditório "só" cabem umas 900 pessoas… ah! Pense num presente de Natal antecipado! Na sequência, haverá um bate-papo com a autora, o diretor e o elenco. 


TCHAU, QUERIDA!
De: Ana Maria Gonçalves
Direção: Wagner Moura 
Com: Brenda Ligia Miguel, Heloísa Jorge, Fabio Assunção, Geraldo Rodrigues, Jorge Cerruti, Olívia Araújo e Teca Pereira. 
Sábado, 26 de novembro, às 15h, no Auditório Ibirapuera, São Paulo. 
Grátis!


"A montagem trata das relações interpessoais e do poder da narrativa na construção de histórias, tendo como pano de fundo questões históricas, políticas e sociais. Não é uma peça sobre política, mas sobre relações que, de uma forma ou de outra, são tocadas por decisões políticas que nem sempre os personagens afetados têm poder ou controle sobre”, explica Ana Maria Gonçalves. “Ela se passa dentro desse contexto brasileiro de mascarar ou esconder algumas coisas, como foi o caso da ditadura e da escravidão, e suas consequências para a pós-abolição, e de ninguém assumir o que aconteceu. Todas as 4 atrizes são negras, algo não muito comum na dramaturgia brasileira, nem nos palcos, nem no cinema, nem na televisão”, explica. “Faço questão que os papéis femininos sejam de mulheres negras, cujas vozes têm sido menos, ou nada ouvidas durante toda a nossa história”, diz. “Eu não vejo um grande futuro para o Brasil se essas vozes não forem chamadas para o centro da discussão de um novo projeto de país, mais inclusivo. Os que estiveram e ainda estão aí no poder, se revezando dentro de um mesmo perfil, já tiveram séculos para se provar incompetentes”, afirma a autora.

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