Brenda Ligia-Cinema,TV,Teatro

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Brenda Ligia: prêmio de Melhor Atriz no festival CinePE 2017. Estreias: “Onde Quer Que Você Esteja” (longa/ Macondo Filmes SP); “Causa Mortis” (curta/ LRJ Filmes), “África da Sorte” (série/ TV Brasil), “15 Segundos” (longa/ prod.: Antonio Fagundes). Brenda está nos longas “Todas as Cores da Noite” (Pedro Severien), “As Melhores Coisas do Mundo” (Laís Bodanzky), “Sangue Azul” (Lírio Ferreira), “Bruna Surfistinha” (Marcus Baldini). Atuou nas séries de televisão “Sob Pressão” (Rede Globo), “A Mulher do Prefeito” (Rede Globo), “Beleza S/A” (GNT), “9mmSP” (Fox), “Somos Um Só” (TV Cultura). Formada em Comunicação Social na Faculdade Oswaldo Cruz/ SP. Cursou Técnico Profissionalizante em Teatro no Teatro Escola Macunaíma/SP. Em Teatro, foi dirigida por Wagner Moura na leitura dramática do espetáculo “Tchau, Querida”. Cursou Ciências Sociais na University of the West Indies (Trinidad & Tobago, Caribe) e Francês em Vevey (Suíça). Idiomas: Português, Inglês, Francês. Publicidade: Vivo, Santander, Sebrae, Coca-Cola, Mc Donald’s, Nossa Caixa, Nestlé, Nextel. Também APRESENTADORA e videomaker. CONTATO: brenda.ligia@hotmail.com

29 de junho de 2011

27 de junho de 2011

Gravação pro governo

Estive grávida... mas foi somente durante a gravação para o governo-SE!
Foi um ótimo trabalho, muito bem feito, com uma equipe adorável... gostei bastante!
-Brasil Filmes

Fotos: Ednaldo Brasil

17 de junho de 2011

A delícia de atuar

A delícia de atuar é algo que não dá pra ser descrito; não com palavras. Quem conhece a magia do teatro, da presença no palco, da plateia, do "ao vivo"... sabe o quanto isso permeia a vida de artistas mortais!
MONÓLOGO da atriz Brenda Ligia - http://www.youtube.com/watch?v=dioWoDN8FDg


Apresentação "Simplesmente Monólogos"- Espaço MUDA - foto: Marcelo Pinheiro




Há alguns meses, o diretor pernambucano Jorge Féo (amigo!) me deu o livro Vilarejo do Peixe Vermelho, de Anderson Aníbal (da Cia Clara de Teatro mineiro). Desde que li pela primeira vez, entrei numa viagem: a viagem da descoberta, da repetição, das escolhas e tentativas (bem sucedidas ou não).
Assim é o processo... uma verdadeira delícia! Descobrir cada nuance do texto, cada vírgula, palavra e gesto. Falar sozinha pelos caminhos, decorando, treinando entonações. Fazer caras e caretas, expressões, vozes pelas ruas. Visualizar a personagem de todas as formas: na memória, no espelho, com música, emoção...
Que condenem-me os críticos, mas minha memória emotiva é que me traz inspiração e verdade. A minha técnica é um vilarejo onde o peixe vermelho é meu coração, que pulsa em cena, porque faço com amor. Esse trabalho foi muito importante pra mim: CARTAS. Ah... a gente inventa cada coisa!




Já com saudades da Luíza que existiu em mim,

Brenda

Nessa foto, Luíza. Parece comigo, mas tem cabelo escovado e é um pouco mais carente.

14 de junho de 2011

Vídeo de Dorotéia

Foi mais ou menos assim, a leitura dramática de Dorotéia (Nelson Rodrigues) no Espaço MUDA, na capital pernambucana...
Vídeo de Dorotéia: link http://www.youtube.com/watch?v=d2xzUPQ2cZU
Os galãs brilhantes Cleyton Cabral e Thiago França, infelizmente, não aparecem no vídeo (iluminação desfavorável).

Obrigada, Marcelo Pinheiro, pelos vídeos, fotos, apoio, amor e tudo...

Cena da morte de Carmelita... "no último momento ela perdeu a alma".

12 de junho de 2011

Monólogos

Dia 16 de junho, quinta-feira, às 21h, no Espaço Muda: SIMPLESMENTE MONÓLOGOS

Apresentação baseada nos livros de Anderson Aníbal, da Cia Clara de Teatro (BH).

Direção: Jorge Féo

Com: Brenda Ligia (de Ibiá, MG), Charles Pierre (também mineiro), Daniela Nunes (paulista-sergipana), Giancarlo Longa (ítalo-paranaense), Jay Melo, Maiana Matos e Milena Belo (tri-pernambucanos).



DIVERSÃO + TRABALHO + LAZER + CULTURA + ARTE + GENTE... adoro isso tudo.

6 de junho de 2011

Amigas

Um dia de praia com as amigas vale mais que inúmeras sessões de terapia.



A gente chega, tira os chinelos e escolhe um lugarzinho bom.

"Não, moço, não quero fazer tatuagem de henna nem tererê, obrigada", recuso quase delicadamente.


Caminhamos... geralmente pra longe de toda e qualquer caixa de som. Ah, caixas de som! Um perigo essa coisa de cada um tocar o que quer. A gente acaba almoçando ao som de cada coisa! Ouço involuntariamente tanta música indigesta... cruz credo.


A gente anda, anda, anda... e anda mais. Achamos o lugar ideal, então esticamos as cangas na areia, com pesos nas extremidades. Fazemos alongamento. Uma vai ao mar. Outra lê. Uma caminha. A que lia, dormiu. Fulana volta e puxa papo, acordando ciclana. Beltrana entra no assunto. "Quando é fé" (expressão de Minas Gerais, minha terra natal), estamos sorvidas num falatório de mulheres, impregnado de gritinhos e risadas de amigas.



Pouco depois, silêncio. Calma. Ninguém fala. Só olhamos as nuvens, ali deitadas, vendo a vida passar... quase esquecidas da presença uma da outra. Porque quando a amizade é natural, você até esquece que está ali. E pronto.



Resolvemos tirar foto. Muitas. Com o Timer da câmera. Os 10 segundos do percurso entre o clicar e o disparo rende ótimas risadas, até a pose. Ninguém vê de longe, porque a gente gosta de brincar em praia quase deserta.



Quem tem água? Amadoras: esquecemos de trazer água, e acabou toda a água da única garrafinha que tínhamos. Voltemos à civilização... que sede. O tempo fecha em Maceió. Cai a chuva, ventando só do lado direito da gente. Chegamos, as três, ensopadas à direita e sequinhas à esquerda. Dentro da gente, só leveza e graça. É bom. E simples. Amém.